• Vadis da Silva

e-Marketplace eleva o turismo do Brasil a um novo patamar de competitividade

O turismo doméstico perde hoje, pelo menos, 20,71% de tudo o que comercializa. Uma sangria que precisa ser estancada neste momento que é exigido de todos, produzir mais com menos. A solução ajuda toda a cadeia produtiva do turismo brasileiro na melhoria da sua matriz de distribuição e comercialização, bem como na performance financeira das empresas.

Vender mais, claro! Mas, vender melhor é ainda mais importante, especialmente após tempos prolongados de paralização da economia. Fazer mais com menos é o mantra desses novos tempos de recuperação dos negócios, também no turismo.

Para avançar neste sentido, o turismo tem no agronegócio brasileiro, talvez o melhor e mais próximo exemplo a ser seguido, de uma atividade econômica que focou na melhoria de performance, e que o fez explodir em recordes de produção, ano após ano, levando à conquista de um invejável marketshare, em nível mundial.

Remodelar processos, com o objetivo de ajustar custos, com vistas a garantir uma maior participação das empresas é fundamental e deve ser uma ação de asset manager - de donos de companhias, responsáveis maiores por um melhor desempenho do seu negócio e não mais uma atribuição apenas das equipes de marketing e vendas. E, sem pestanejar e de forma corajosa, o item priorizado na execução deve ser o da melhoria da performance dos custos de distribuição e comercialização, que está entre os 3 maiores componentes da planilha de custos dos empreendimentos do setor e passíveis de ajustes; com uma grande vantagem complementar - a de oferecer repercussão financeira imediata, diferentemente dos outros custos das empresas que são complexos para serem ajustados ou pior, são "imexíveis".

Somente no quesito custos de distribuição e comercialização, os produtores do turismo - traídos pelo comodismo, conformismo, rotina ou pelo seu afastamento do desempenho financeiro do seu empreendimento, perdem a oportunidade de melhorar a assertividade da sua performance financeira em, pelo menos, 20,71% de cada real comercializado no setor, que hoje vão para o ralo.

Para efeito de exemplificação, num cenário de 80 vendas diárias, efetuadas de forma direta pelo produtor, na recepção ou no seu site, podendo ser elas de hospedagens, passeios, traslados ou pacotes - a um valor médio de R$120,00 -, no período de um ano terá faturado R$3.504.000,00 e, consequentemente, em decorrência do atual modelo de distribuição e comercialização, terá acumulado uma perda total de R$720.818,00, ou seja, 20,71%.

É importante destacar que este processo de acumulo de perdas se dá, tanto nas empresas do segmento de meios de hospedagens, quanto nas operadoras de turismo e nas agências receptivas, independentemente de tamanho, localização ou nicho de atuação.

A transformação desses 4 itens de perdas, em ganhos, integram as 8 vantagens financeiras exclusivas disponibilizadas às lojas virtuais de produtores do turismo, integradas no e-Marketplace Cooperativado do Turismo Brasileiro. Como resultado final está a resolução da equação ganha-ganha, melhor para todos os stakeholders do turismo.



Esse processo de transformação se completa e produz os seus novos resultados com a interconectividade dos produtores a uma rede de 6.830 lojas de canais de vendas - pessoas físicas, jurídicas e de destinos -, presentes nos 5.570 municípios brasileiros, nas 333 regiões turísticas, nos 26 estados e no Distrito Federal e nas 5 macrorregiões, do território nacional. Toda essa rede de lojas virtuais está em operação comercial e funcionando como hubs do turismo nacional na web.

Para fazer toda essa equação fechar, não é mais suficiente contratar um eficiente gestor de canais; dispor do mais moderno PMS; ter um belo site ou aplicativo para reforçar as vendas diretas. Aliás, neste ponto específico é preciso ter clareza de que a venda direta, de forma digital ou no balcão - mesmo quando efetuada em cash -, por si só, não é mais garantia de preservação de maior margem para os negócios do setor.


Por fim, para chegar no resultado final e, positivamente da melhor forma para todos, é necessário, sim, conjugar três fatores: (1) uma multifacetada plataforma tecnológica que também execute uma (2) reengenharia tributária, e abrigue (3) processos operacionais redesenhados sob a égide desses novos tempos, tornando possível, num mesmo ambiente, a gestão, distribuição, promoção e comercialização de todos os produtos do turismo nacional, de todos os produtores e destinos do Brasil, de formada autônoma e integrada, através da web.

É exatamente no preenchimento dessa lacuna que o e-Marketplace Cooperativado do Turismo Brasileiro quer contribuir para o fortalecimento dos negócios do turismo do Brasil.


Os benefícios são imediatos gerados na proporção da intensidade do uso. Não requer nenhum investimento ou qualquer custo mensal.


O momento de transformação e inovação é agora. O tempo urge!!!

Para saber mais e se integrar, acesse: www.turismomeunegocio.com.br - É grátis, simples e rápido!

VÍDEO: 8 Vantagens Financeiras Exclusivas

Para assistir o vídeo com a íntegra da live que tratou do tema, acesse o canal de vídeos da Gestour Brasil no Youtube: www.youtube.com/GestourBrasil

Para conhecer todas as lojas virtuais dos destinos integrados, acesse: www.gestour.com.br/Brasil/Destinos




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