• Vadis da Silva

Uma estratégia para tirar o turismo brasileiro do inferno - pós Covid-19

Atualizado: Jan 28

35 destinos, de 15 estados, devem ancorar a economia do turismo para a saída do buraco.

Basta de conjecturas! Chegou a hora do pragmatismo, assertividade e união do trade na construção da melhor estratégia, na elaboração de um plano eficaz de ações e ferramentas que sejam fundamentais para a reconstrução do turismo brasileiro com a maior rapidez e com o menor esforço financeiro, imediatamente após a pandemia da Covid-19.

É despicienda relembrar que o cenário que encontraremos no pós guerra será o de "terra arrasada". Se as fontes de recursos, públicos ou privados - de financiamento ou fomento - já eram escassos nos momentos em que a "terra parou" -, lá na frente -, no novo dia 1, além de todos os cofres estarem esvaziados, teremos também um trade exaurido financeira e psicologicamente.

Convictos desta inevitável realidade, nos ancoramos em 22 anos de árdua jornada de estudos da economia do turismo, nacional e internacional, bem como na nossa profunda vivência no universo das novas tecnologias, do empreendedorismo e na prática da inovação para, neste momento singular da nossa economia, oferecer uma ousada proposta com estratégia, ações e ferramentas para, imediatamente e com assertividade e pragmatismo podermos nos preparar para o dia seguinte - o dia em que, começaremos a reconstrução da economia da nossa atividade econômica sob novas bases e já inserida na economia do compartilhamento.


No quadro a seguir sintetizamos as projeções de uma estratégia ancorada em três pilares:

(1) Quem deve construir e oferecer a saída para o setor, é o próprio trade - o turismo é uma atividade econômica essencialmente privada;

(2) Não há saída sem forte ancoragem de base tecnológica, união e colaboração de todo o setor produtivo da nossa atividade;

(3) Os destinos receptivos serão, sim, os maiores promotores e vendedores do turismo interno dos novos tempos.

Em linha com estas convicções, não é mais ousadia afirmar que, sim, 35 destinos receptivos brasileiros, de 15 estados podem ancorar as ações comerciais de reconstrução da economia nacional do turismo.


Como isto se dará?

1) Formando 35 "clusters de negócios do turismo" - dotados de tecnologia de ponta para a formação de e-Marketplaces Cooperativados do Turismo Receptivo, de cada destino, com lojas virtuais próprias que permitam vender a si e o turismo de todo os destinos brasileiros;


2) Dotando os 35 destinos com 4.745 lojas virtuais (50% dos meios de hospedagem, agências e operadoras de turismo e de guias com Cadastur ativo, desses destinos, no 3ºT2020).


3) Gerando mais de 149,9 milhões de páginas web do turismo nacional na web, a serem indexadas nos buscadores e, desta forma tirando o setor da única forma praticada hoje de geração de tráfego - a compra de mídia-, totalmente dependente de investimentos financeiros, sem fim.

O tempo urge. Precisamos agir rapidamente, com inteligência e eficácia na elaboração de um mapa que nos leve com segurança a uma saída segura para que não sejamos tragados pelo campo gravitacional desse "buraco-negro", E isto, só dependerá de nós. Mãos a obra!

LIVE no dia 27/1/21: Clique aqui e confira a gravação, na íntegra, da live sobre o tema realizada no dia 27/01, quarta-feira, as 15h. Esta e outras lives podem ser acessadas no canal de vídeos: www.youtube.com/GestourBrasil.

Serviço: (1) Conheça as lojas virtuais dos e-Marketplaces Cooperativados de todos os destinos brasileiros. Acesse: www.gestour.com.br/brasil/destinos

(2) Para ativar sua loja virtual acesse: www.turismomeunegocio.com.br

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